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Um deleite de terapia

· Leitura de 6 minutos
Isabelle Fagundes
Isabelle Fagundes
Entre momentos a vida se desenrola na sua frente pausar, testemunhar e ser.

Um deleite de terapia

Um raio brilhou na parede e Manuela deu um pulo. Em seguida veio o trovão e ela não conseguia relaxar. Ela sempre odiou tempestades. O namorado dela estava ao telefone falando com um de seus clientes. Ele continuou pulando toda vez que ela pulou, até que finalmente desligou o telefone.

"Olhe para mim", disse ele.

Ela se virou para ele com um pedido de desculpas na ponta da língua.

“Não, eu não quero ouvir um pedido de desculpas. Eu só quero que você relaxe. E eu tenho apenas a terapia para você. Passe-me seu cachecol.

Manuela entregou a ele a echarpe roxa que ela enrolara no cabelo e que combinava com a blusa folgada. Ele rapidamente amarrou em torno de seus olhos. A escuridão fez tudo parecer ampliado. O cheiro de sua colônia e sua excitação nadando em sua mente, nublando seus pensamentos. Ele beliscou sua garganta e um pequeno pico de dor a percorreu.

Ele envolveu o cabelo dela em volta da cabeça, puxando-a para trás para um beijo profundo. Ele mordiscou sua boca antes de mergulhar profundamente em sua boca. A barba dele roçou sua pele, fazendo-a estremecer. Quando ela agarrou seus braços, ele se afastou um pouco.

"Não toque. Mantenha as mãos nos braços da cadeira. Isso é para o seu próprio bem. Apenas. Sentir. Meu." Sua voz era profunda e sexy, confundindo seu processo de pensamento. Tudo o que ela queria era sentir seu calor contra ela.

“Você tem sido uma boa menina? Você merece meu pau? ele perguntou, um tom de riso em sua voz.

Ela assentiu com a cabeça, abrindo a boca ansiosamente. O som de seu zíper sendo puxado cortou o ar. Ele pegou a ponta aveludada de seu pênis e alinhou seu lábio. Provocando ela. Ele bateu levemente em suas bochechas com seu pênis. Parecia enorme!

"Abra", ele ordenou, sem provocação em sua voz neste momento.

Ela abriu os lábios o máximo que pôde, e seu terapeuta pressionou seu pênis. A espessura estendeu seus lábios até o limite. Ela mal podia tomá-lo. Seu cheiro almiscarado encheu seus sentidos enquanto ele lentamente enchia sua boca. Ela tentou relaxar a garganta para absorvê-lo. Manuela não tinha um pênis assim há anos. Seus olhos começaram a lacrimejar quando ele deslizou mais fundo e mais fundo em sua garganta.

Seu namorado arrancou o lenço de seus olhos. “Olhe para mim. Eu quero ver essas lágrimas em seus olhos,” ele disse, grunhindo de satisfação quando ela olhou para ele.

Manuela gemeu ao redor de seu pênis, suas bochechas afundando enquanto ela tentava sugar a alma dele. Seus olhos começaram a lacrimejar, o rímel escorreu pelo rosto. Ele esfregou com a saliva dela e o pré-sêmen pingando de sua ponta.

"Você é uma bagunça do caralho", disse ele com satisfação. "Respire fundo."

Manuela só teve tempo de respirar fundo e então ele pressionou fundo em sua garganta. Ela engasgou em torno deste comprimento. Ele a manteve lá, segurando sua nuca. Ela suprimiu a necessidade de se afastar, olhando para ele. Sua cabeça estava jogada para trás, e ela podia ver as veias em sua garganta.

“Tão bom, tão bom pra caralho,” seu namorado murmurou para si mesmo, nem mesmo prestando mais atenção nela. Ela não era nada para ele. Apenas um lugar para despejar sua carga.

Ele puxou, na maior parte do caminho, "Respire", disse ele.

Desta vez ela estava mais preparada, ou assim ela pensou. Suas coxas apertaram quando ele pressionou profundamente em sua garganta. Ele colocou um pé em um braço da cadeira e começou a bombear lentamente, profundamente. Ela inclinou mais a cabeça, para que pudesse encaixar mais dele.

“Sua vagabunda, eu amo o jeito que sua garganta se sente ao redor do meu pau. Até você tentando engolir, foda-se. Jesus Cristo, pegue, sua prostituta. Sua voz era mais um rosnado do que palavras reais, deixando-a ainda mais molhada.

Ela choramingou sob seu ataque enquanto ele bombeava nela mais rápido enquanto ela engasgava ao redor dele. A baba escorrendo por entre seus lábios. Ela não tinha controle, apenas uma boneca para ele preencher. Sua mão se esgueirou até o meio de suas coxas e seus dedos circularam seu clitóris latejante.

“Isso mesmo, sua vagabunda. Tire essa buceta para mim. Eu quero que você venha comigo,” ele gemeu, suas coxas empurrando em sua boca esperando.

Seus dedos se moveram furiosamente, circulando seu clitóris. Seu coração batia em seus ouvidos, seus aromas tomando conta dela enquanto seu pênis martelava em sua garganta. A mão dele apertou com mais força a parte de trás da cabeça dela, puxando-a para trás para lhe dar uma melhor alavanca.

“Eu vou gozar sua putinha. Prepare-se para mim.

"Três."

"Dois."

"Um."

Enquanto seu fluxo grosso de esperma escorria pelo fundo de sua garganta, sua boceta estremeceu sob seus dedos e ela se abriu por dentro. Ela gemeu, seu corpo tremendo quando um orgasmo a percorreu. Ela engoliu o mais rápido que pôde, mas ainda assim o sêmen escorria de sua boca. Seu pênis esfregou em seu rosto, em seu cabelo.

Com um estremecimento e um gemido, ele deu mais uma estocada lenta e então saiu de sua boca. Ele se curvou e a beijou profundamente, gemendo de satisfação ao sentir seu gosto em seus lábios.

“Da próxima vez, será a sua vez,” ele sussurrou em seu ouvido.


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